Sol , calor e praia, tudo de bom para umas ferias super legais, muita gente em uma casa pequena, só daria em confusão. Para começar após muita discussão para ver quem iria calar a boca primeiro e fazer silencio, uma de minhas primas, resolveu ser a engraçadinha e jogar um colchão em mim e nas minhas primas que dormíamos na sala, então logo começou uma guerra de travesseiros, fui arremessada cai em cima da minha irmã quase quebramos o ventilador, até que todo mundo pediu silencio e fomos dormir, mas, familia e familia, e nem ela escapa das minhas armações. Pegamos vários celulares, e colocamos alarmes às 5 da manhã.
As 5 da manhã, nossa vingancinha estava feita, os celulares tocaram e acordou todo mundo, só se ouvia o pessoal dizer " desliga isso" " quem é que liga a essa hora?", porem três minutos depois eles voltaram a tocar, deixando o povo mais irritado , até que veio um e desligou os celulares. Viva ! o plano deu certo.
Depois na praia, resolvemos fazer briga de galo, mas eu não sei nadar e por isso fiquei morrendo de medo de cair e me afogar ( e olha que não estávamos tão fundo). A praia estava cheia de turistas, e a maioria do pessoal estava olhando nossa brincadeirinha inocente. Foi muito ilário. Teve gente presa na boia, passei muito bloqueador no rosto e então quando mergulhei alguem disse:
- olha uma fantasma!
Na hora, levantei e muito curiosa disse:
- Fantasma? onde?
Todos riram então, descobri que o fantasma era eu mesma.
Mas o pior ainda estava por vir na noite do dia 31 de dezembro, a micro cidade estava lotado, ai começar o show da Paula Fernandez, e a familia toda estava junta, passeando, até , que ele chegou o trenzinho infantil, que fazia um tour pela cidade, nada iria acontecer se minha tia não resolvesse, que iríamos pegar o trem. Senti um frio na espinha, quando vi ela falar com o palhaço do trem. Uma volta depois era a nossa vez,(ai que péssimo)e então tivemos que entrar, até ai tudo bem, mas quando chegamos no meio da praça , a trem parou e mudaram a musica, foi uma tristeza só. As pessoas começaram a olhar, minhas primas e eu , viramos o rosto para ninguém nos ver. Dai por diante as coisas só pioraram, o palhaço desceu, dançou no meio da rua, o povo continuava a olhar e eu a virar o rosto, entrou uma velhinha acho que já estava bêbada e começou a dançar, era a mais animada. E quando já estava feliz porque o passeio estava acabando, o palhaço teve a brilhando ideia e outra vez no meio da praça lotada ele disse:
- Quero agradecer a familia que entrou ai no fundo, espero que voltem mais vezes.
Oh vontade de me enfiar no primeiro buraco que eu encontrasse. Depois disse, passei que ter pavor de encontrar esse trem novamente.

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